Garnero, por meio do Fórum das Américas, trouxe sustentabilidade para a Jornada Mundial da Juventude

Fórum das Américas

29 de jul. de 2013

RIO DE JANEIRO , 29 de julho de 2013 /PRNewswire/



O Fórum das Américas, presidido por Mario Garnero , realizou em parceria com o Ministério do Meio Ambiente italiano uma série de eventos durante a Jornada Mundial da Juventude (JMJ 2013), que teve no Rio de Janeiro entre os dias 23 e 28 de julho.

Compromisso de salvaguardar a criação

Em 22 de julho , foi publicado o documento Os Jovens Guardiões da Criação na Jornada Mundial da Juventude , que representa um chamado a todas as nações, seus governos e seus públicos, a adotarem ações concretas capazes de produzir uma cultura de salvaguarda da criação como grande tarefa de todos. humanidade. Elaborado por uma comissão formada pela Fundação João Paulo II, o Ministério do Meio Ambiente da Itália, a Comissão Organizadora Local da JMJ Rio 2013 e a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro , o documento visa promover maior visibilidade das questões de sustentabilidade dentro da religião , especialmente entre os jovens cristãos de todo o mundo.

Centros de reciclagem e recarga de celulares com a energia do sol

Um projeto de coleta seletiva de lixo foi implementado durante a JMJ pelo Ministério do Meio Ambiente italiano, o Pontifício Conselho para os Leigos, a Fundação João Paulo II para a Juventude e o Fórum das Américas. A ação foi concentrada na praia de Copacabana com a instalação de 12 centros de reciclagem chamados 'ecopontos', com voluntários para a coleta e triagem dos resíduos gerados durante o evento.

Cada 'ecoponto' tinha também um totem composto por painéis fotovoltaicos que transformavam a energia do sol em eletricidade para que os peregrinos pudessem recarregar celulares e outros equipamentos eletrônicos.

As relações de Mario Garnero com o Vaticano começaram em 1983, quando ele entregou uma carta assinada por 700 empresários brasileiros ao Papa João Paulo II. O texto era um compromisso de lutar por justiça na questão fundiária e, desde então, Garnero tornou-se um importante porta-voz do empresariado brasileiro no Vaticano.


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